terça-feira, 21 de agosto de 2012

Levante-se o réu


- O réu confessa ser o responsável pela morte da vítima?
- Sim, senhor doutor juiz, fui eu quem a matou, mas em legítima defesa
- Quais são as atenuantes que invoca em sua defesa?
- Se eu não matasse a sede, ela matava-me a mim, senhor doutro juiz!

Aviso: Peço desculpa aos leitores mas, fruto do calor dos últimos dias os meus miolos cozeram, entraram em ebulição e só consigo escrever posts idiotas com o máximo de 500 caracteres.
A última vez que isto me deu, durou vários dias, por isso, é melhor tomarem precauções adicionais.
Pelo sim, pelo não, apliquei a estes posts  a etiqueta "Mente Curta"...

18 comentários:

  1. Gosto da tua "mente curta" :)
    Um grande bj querido amigo sedento!

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    1. Obrigado, Gisa, mas espero que não encolha muito. E há uma coisa que não percebo muito bem: se o calor dilata os corpos,porque é que a minah mente encolhe com o calor?
      Beijos

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  2. É o calor, Carlos, que nos dá um bocado a volta a cabeça a todos... :)

    A desculpa do réu pode ter toda a lógica de um beberrão, mas não me parece que funcione em tribunal... :D

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    1. Também me parece que não, Teté, mas também levar um tipo a tribunal por causa de matar a sede, já me faz lembrar o Putin...

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  3. :)) Esta nunca tinha lido antes, fiquei curiosa sobre qual seria o crime, surpreendida com o final e parece-me que o calor foi uma boa fonte de inspiração :)

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    1. Coincidência, Redonda... eu também não, só conheci a história quando esta tarde a contei a mim mesmo :-)

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  4. Carlos
    Olhe que até me ri (coisa que não anda fácil)
    Abraço(e cuide-se, tenho para aqui uns chapeus de palha que lhe posse oferecer, tem é que ter cuidado com os "Burros".
    Rodrigo

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    1. Pois é Rodrigo, aquele burro do Algarve que apareceu esta noite no CR não é de confiança.
      Ainda bem que se riu. E já que gosta, pode voltar cá nos próximos dias, porque me parece que tenho por aí mais uns motivos que poderão contribuir para desanuviar o ambinete pesado
      Abraço

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  5. Esta também não conhecia!
    E a sede que uma pessoa passa com tanto calor...há que matá-la!:-))

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    1. Como já dise acima, Rosa, eu também só fiquei a conhecer esta história hoje à tarde, quando a contei a mim mesmo :-))

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  6. Quem terá apresentado queixa contra o arguido?

    Não me digas, Carlos, que foi o pucarinho de barro!!!

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  7. Infelizmente, pelo caminho que o Mundo toma, cada vez mais este desvario ameaça tornar-se realidade.

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  8. Piadas destas parvas ocorrem-nos a todos: é com certeza do tempo (não sei se do tempo meteorológico, se do tempo que há que nascemos). Eu tive uma inspiração dessas no outro dia também, no bar dos bombeiros: Porque é que em todos as instalações de bombeiros há um bar? Porque os homens que apagam o fogo também têm direito a apagar a sede... Enfim. Nem é preciso estarmos sempre transcendentes, não vamos morrer de transcendência pura. ;)

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  9. rrss rrss

    Relativamente ao burro, não precisamos dele porque já temos um há "c´anos" proveniente tambám lá da terrinha dele

    Bom dia, amigo meu

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    1. Ó amiga São, o burro pertence a outro filme :-)))
      Um bom dia também para si

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