sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A arte de ser português

                                     Kim Phuc, uma menina de 9 anos a fugir das bombas de napalm durante a guerra do Vietname.



Tian An Men,  Junho de 1989: um homem enfrenta os tanques, disposto a ser esmagado.


25 de Abril de 1974: militares substituem as balas por cravos.

Agora, explico porque trago aqui estas três fotografias. Tem a ver com o post que aqui publiquei ontem. A fotografia foi muito criticada, mas  é muito bonita e tem tudo a ver com a nossa maneira peculiar de ser português.
As fotos de Tian An Men ou do Vietname mostram a coragem no momento da revolução e os horrores das vítimas da  guerra.
A foto que aqui publiquei ontem da manif de 15 de setembro e a  do 25 de Abril, mostram como somos diferentes e resolvemos tudo pelo diálogo, com romantismo e até doçura. Apesar de muito bonita para exportação, esta postura tem custos.Nós estamos a pagá-los.

6 comentários:

  1. Ontem e anteontem andei fugido. Mas hoje vi estas fotos e vi a outra. Em relação à outra...acho-a encantadora, e evito-me mais comentários, Carls.
    Em relaćao a estas, todas bem conhecidas, também acho a portuguesa muito romântica...só que agora, já muita gente se arrependeu de ter sido tão romântico na altura.

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  2. Olá Carlos
    Agora esperam os portugueses resolver tudo pacíficamente?
    Não havrá uma terceira guerra mundial como as duas anteriores, entre Nações. O cenário pré-guerra é quase o mesmo do século passado com agravantes muito maiores, mas o que se pode depreender é que guerras civis vão começar e alastrar por todo o Ocidente. O povo dos EUA está como o português, ou seja, no mesmo barco. Esta terceira guerra tem como característica especial isto: Os povos começam motins e depois guerra civil, entretanto e como foi programado, os poderosos que as provocaram estão já a salvo. Esta guerra foi provocada pelos banqueiros poderosos, para eliminarem a população que consideram ser a mais e para dar seguimento ao capitalismo, já moribundo. Isto é uma guerra mundial não convencional e foi premeditada. As reservas de petróleo foram gastas em 100 anos, imaginamos como será o futuro sem ele? Conseguem as pessoas imaginar que a energia será tão cara que só os priveligiados a poderão pagar?
    Veja por exemplo os EUA:

    Homeland Security Prepares for Civil War
    http://www.opednews.com/articles/Homeland-Security-s-Intent-by-Jack-Swint-120821-433.html

    Deixe que as coisas comecem a acontecer e veremos como se vão portar os portugueses.

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  3. traduzido pelo google:
    Esta não é uma "teoria da conspiração" ou supondo que o nosso governo está ativamente quantidades enormes de estocar munição letal, equipamentos de motim e outros dispositivos de controle relacionados destinadas exclusivamente para a agitação civil. Essa compra é um fato, e há uma abundância de documentação dos próprios federais sobre como eles estão a aquisição desses itens. É facilmente disponível na Internet. É evidente também que, dentro dos últimos anos, vários estrategistas militares produziram em relatórios detalhados que descrevem a probabilidade de uma guerra massiva Civil nos Estados Unidos em um futuro próximo.

    O DHS e outras agências federais estão agressivamente agindo sobre esses relatórios e recomendações por lançar os seus próprios planos de contingência, a fim de tanto a conduta de um ataque preventivo primeiro e ou combater qualquer levante por civis que possam ocorrer primeiro.

    Estas compras de munição pelos federais não incluem qualquer menção de "não-letais" táticas tais como balas de borracha, mangueiras de água, sacos de feijão (disparado de uma espingarda para derrubar uma pessoa) ou bombas de gás lacrimogêneo, etc, que são usados ​​em vez de força letal para controlar distúrbios civis. Ele aparece na superfície que eles estão se preparando para toda a guerra para fora no público americano. Parece também que a entidade por trás desse plano é o Departamento de Segurança Interna, não a cidade militar ou local, município, estado ou a aplicação da lei federal.

    A analogia abaixo, provavelmente, raiva algumas das pessoas que lêem isso. Ele está sendo usado apenas para apontar como agências semelhantes à Segurança Interna pode ficar fora de mão e permitir auto-nomeado poder e autoridade para tornar-se grosseiramente abusado, assim, perder de vista a sua intenção e objetivo.

    Em nossos próprios medos de 911, o nosso governo criou Segurança Interna, uma agência que se tornou tão poderoso e implacável em acreditar que estão protegendo América que eles evoluíram em nada mais do que o que a Waffen alemão - ". Oficiais da SS" tornou-se ao longo do tempo fora de controle. As SS "'foram os primeiros formados em 1934 apenas como um exército suplementar ao lado do exército alemão principal. Mas, em poucos anos, eles foram capazes de nomear-se para o núcleo de aparelhos da Alemanha terror e por volta de 1936 assumiu o controle da máquina de terror inteiro.

    E por cá? Como andarão as nossas forças corporativas Eurogendfor e agora, admitida pelo Portas, a STRIK FORCE  dentro da qual se inclui além de outras a  corporate governance?!

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  4. Hoje, sofremos os custos do "romantismo"!!!

    Beijos.

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  5. Discordo!
    Nem sempre resolvemos tudo através do diálogo - aliás, até seria bom que assim fosse - e a foto que publicaste ontem e esta última referente à Revolução de Abril, não traduzem, na íntegra, a maneira de se ser português! Também somos corajosos e pomos o romantismo de lado, quando a situação o exige. E tu sabes bem que é assim!
    As vítimas, inocentes, das bombas de napalm no Vietname e das bombas atómicas em Hiroshima e Nagasaki, pagaram e ainda estão a pagar, custos muito mais elevados do que nós, Carlos!

    Se o mundo está em ebulição e Portugal faz parte dele, não podemos ambicionar viver sem "custos".
    Somos um País mal governado, que anda à deriva? Pois somos! Os cérebros iluminados, que proponham alternativas viáveis.
    Mas, por favor, deixemos de nos colocar na posição de "coitadinhos" e "pobrezinhos". Odeio isso!

    Beijos.

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  6. Mais uma vez, concordo com a comentadora anterior, e por isso não vou repetir. Gosto da nossa doçura, mas também somos fortes quando é preciso!

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