domingo, 14 de outubro de 2012

Aplausos


Mazagran é o primeiro livro de J. Rentes de Carvalho que estou a ler. Fui atraído pelo título, que me traz recordações de infância.
Logo nas primeiras páginas, Rentes de Carvalho diz que tinha 11 anos quando bateu palmas com convicção.
Comecei a pensar que também eu há muitos anos não batia palmas com convicção. Devo mesmo confessar-vos que sou um bocado avaro nos aplausos. No entanto, ontem, na Praça de Espanha, voltei a sentir esse prazer.
E vocês, quando foi a última vez que bateram palmas com convicção?

9 comentários:

  1. Na manifestação do dia 15 de Setembro! :-))
    Ontem passei demasiado cedo pela Praça e com um parceiro e uma parceira muito cansados para se chegarem ao palco!
    Resultado - tive que ir embora! :-((

    Abraço

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  2. Numa sala de teatro... onde cada vez se torna mais dif$c$l ir :(

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  3. Ontem à noite, bati palmas com grande convicção, quando terminou a peça Marija do judeu russo Isaak Emmanuilovich Babel, escrita em São Petersburgo, cinco anos antes da sua execução.

    Saudação de Düsseldorf com um copo de mazagran na mão.

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  4. Penso que foi quando vi o musical "Cats" há uns anitos, em Lisboa e talvez noutro concerto ...
    Não sou muito dada a "palmas"...

    Beijos.

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  5. Não estive na praça de Espanha, mas tenho a certeza que bateria palmas com a mesma convicção! Mas o 18º aniversário de uma sobrinha falou mais alto e também bati palmas com convicção, quando ela apagou o bolo de velas... :)

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  6. Sempre achei que os aplausos devem ser como os apertos de mão: fortes e calorosos. Caso contrário, prefiro não aplaudir.
    Abomino a frouxidão! Ou é, ou não é!
    Se ontem estivesse na Praça de Espanha certamente teria aplaudido convictamente. Infelizmente, há bastante tempo que não assisto a nada que mereça aplaudir com convicção.

    Beijinhos.

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  7. Quando o Jackson Martinez marcou aquele golaço ao Sporting.

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  8. A inesquecível noite em que no Coliseu, Béjart apresentou a sua versão de "Romeu e Julieta" e depois "incendiou" a sala com as suas palavras sobre o assassinato do Bob Kennedy...

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