segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Those were the days!

"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar os carinhos e provas de afecto, sem questioná-lo nunca"
( Revista Cláudia, 1962)

9 comentários:

  1. ah, essas pérolas do estado novo, deus, pátria e família e mulheres submissas e dóceis... mas também, cláudia?

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  2. Concordo em absoluto Carlos, que uma boa esposa ao desconfiar da infidelidade do marido deve redobrar os carinhos e provas de afecto, sem questioná-lo nunca, em especial, se ele se apaixonou por algum bonitão lá do bairro.

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  3. :) Também fiquei a pensar na questão levantada em cima, "e se for o contrário?"
    Para a Revista Cláudia devia ser impossível que as suas leitoras casadas pensassem sequer em ser infiéis...

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    1. Para a famosa e profunda Revista Cláudia "se fosse o contrário" a esposa e o/a amante levavam um tiro nos miolos.

      O marido nem era julgado, porque matou para defender a sua honra.

      Ainda há muitas revistas cláudias por esse mundo fora... que é preciso combater!!!

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  4. Bem… isso dependeria da sua (do marido) conta bancária.

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  5. Olha, Carlos, lá desses conselhos parvos e ultrapassados, eu não quero nem saber! Lembraste-me foi desta bela canção...

    Those were the days, my friend,
    We thought they'd never end,
    We'd sing and dance forever and a day;
    We'd live the life we choose we'd fight and never lose

    Those were the days, oh yes, those were the days...

    Ah, belos tempos esses...

    Beijinhos.


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  6. A Catarina vai pelo tamanho......da conta bancária, obviamente :))))

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  7. O carinho e os afectos redobrados eram para ele assinar a procuração para passar tudo para nome dela antes de lhe levar à cama o cházinho da meia noite.
    MUAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHH

    Mas não vá mais longe, Carlos. Ainda há poucos anos assisti a um casamento em que o padre fez uma prelação convicta sobre a submissão da esposa ao seu marido... que devia ser assim e assado, que não devia contrariá-lo e fazer voto de obediencia. True story.

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