sexta-feira, 1 de março de 2013

O Anjo Azul


Confesso que, quando comecei a escrever este post para anunciar a conversa da Rua dos Cafés do próximo domingo, o primeiro título que me ocorreu foi "Berlin, Alexanderplatz".O livro de Alfred  Döblin empolgou-me e a versão para cinema foi realizada por esse monstro da realização, Rainer Werner Fassbinder, que nos deu a conhecer  a voluptuosa loira Hanna Schygulla, protagonista de alguns dos seus maiores êxitos.
Depois, li mais uma vez a conversa que a Ematejoca nos vai trazer no domingo e optei por este "Anjo Azul" porque Marlene Dietrich  me parece ter características  semelhantes às da protagonista da estória.
Digo-vos, desde já, que tal como acontece em Anjo Azul, o final é, no mínimo, surpreendente. 
E mais não digo! Tenham um excelente sábado e cá vos espero no domingo à hora habitual, para dois dedos de conversa.

4 comentários:

  1. Também admiro Fassbinder...

    Se sobreviver à manifestação de amanhã(já li que vai haver cargas da polícia no Terreiro do Paço) cá estarei no domingo.

    Bom fim de dia, amigo meu.

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  2. Olá Carlos,

    Fassbinder e Hanna Schygulla deliciaram-me com alguns dos seus filmes. O mesmo poderei dizer de Marlene Dietrich, mais especificamente do "Anjo Azul". São filmes que sempre ficarão na nossa memória.

    Domingo cá estarei para mais uma conversa da Rua dos Cafés.

    Beijinhos

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  3. Cafezinho no domingo com a Ematejoca?!? Boa, cá estarei! :)

    Mas devo dizer que só vi um filme de Fassbinder e não gostei nem um bocadinho... :D

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  4. Enquanto lia este texto a minha respiração parou.

    O Carlos menciona um dos maiores escritores de sempre (para o professor Witte o mais genial); o realizador mais importante da história do cinema alemão; duas grandes mulheres: uma famosa mundiamente; a outra ainda mais talentosa; dois filmes a não perder — o "Anjo Azul" é baseado num romance de Heinrich Mann, outro grande escritor no céu da literatura alemã e mundial.

    Já lhe estava muito grata por me deixar participar nas conversas das Ruas dos Cafés, apesar das nossas disputas, mas esta sua introdução à minha história é mais um ponto culminante.

    Eu sei, eu sei, Carlos, que há duas coisas que nos une: o nosso amor pela cidade invicta e pelo invencível FCP.

    Só que a protagonista da história de amanhã veio até cá baixo para me dizer:

    — Teresinha, diz ao teu amigo Carlos que eu era muito mais bonita do que a Marlene Dietrich!!!

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