sexta-feira, 12 de julho de 2013

Jazz im Goethe Institut


Eu sei que este post vai surpreender a minha amiga Ematejoca mas, agora que ela está de férias, parece-me o momento certo para esclarecer a minha (boa) relação com a Alemanha. 
Já vos disse que uma das minhas melhores amigas desde a adolescência é alemã, mas nunca vos terei dito que tenho duas sobrinhas luso-alemãs que muito estimo e a quem fiz questão de mostrar Portugal de lés a lés, quando eram duas jovens de 18 e 16 anos (devo acrescentar que elas ficaram tão fascinadas com o Douro que a mais velha chegou a ponderar vir viver para Portugal, no que foi em boa hora demovida pela mãe, alemã, que a avisou que se viesse viver para Portugal se iria arrepender). 
Também não vos disse que já recebi alguns prémios de instituições alemãs, como o Goethe Institut e a Fundação Friedrich Erbert o que, embora pouco interesse para o caso, explica que as minhas críticas à senhora Merkel ou ao escabroso paraplégico Schaeuble ( peço desculpa se estou errado, mas não é o facto de o homem ser paraplégico que me impede de o desprezar  e considerar  um escroque)  são meramente circunstanciais e apenas  reflectem a minha opinião sobre um país que neste momento é governado por inimigos da Europa. 
Este esclarecimento prévio serve apenas para vos dizer que estou sempre atento àquilo que de bom  as instituições alemãs, presentes em Portugal, nos trazem em termos culturais.
É o caso deste Festival de Jazz Europeu a decorrer até dia 18 no jardim do Goethe Institut, um aprazível espaço que  proporciona, aos apreciadores de jazz, agradáveis momentos ao fim da tarde de terça e quinta-feira.
Já só têm uma semana, por isso, apreciadores, aproveitem!
Programa aqui

4 comentários:

  1. O Carlos aqueceu o meu coração com esta crónica.

    Também estudei a língua alemã no Goethe Institut, não em Lisboa, mas em Brilon.

    De jazz também gosto.

    A Angie e o Wolfgang são inimigos da Europa; os políticos portugueses são inimigos de Portugal.

    Desculpe, Carlos, a curiosidade, mas qual foi dos seus irmãos que quis uma mulher alemã?

    O Carlos, em contra-partida, só gosta de mulheres exóticas.

    A minha mãe, e não só ela, também me disse que me havia de arrepender de vir viver para a Alemanha. Em geral, as mães o que não querem é separar-se dos rebentos.

    Mil beijinhos e muitíssimo obrigada, Carlos, só há um senão, eu não estar aí no dia 18 de Julho.

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  2. Por aqui, só o concerto de Marco Paulo :):):)...

    São as festinhas da terrinha!!!

    Beijinhos.

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  3. Pois eu agradeço a sugestão, não sei se vou convencer a cara metade que anda num pico de trabalho, mas se puder vou aproveitar. Além que, como o Carlos sabe, adoro jazz... :)))

    Beijocas!

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  4. Faz parte dos meus planos jazzísticos. Obrigado pela divulgação, mas hoje houve uma "blogger" simpática que me deu o link do Goethe Institut, e apesar de não ser simpatizante do povo, claro que a história das Guerras Mundiais contribuiu para isso, no entanto o antigo consulado alemão foi palco antes do 25 de Abril de filmografia alemã (Fassbinder, Herzog, etc) e era possível vê-la sem censura.

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