quarta-feira, 28 de agosto de 2013

See me, feel me... (Actualizado, com reparação do erro)


As minhas desculpas aos leitores e em especial à Maria Alice, porque o link estava mal . O caminho é por aqui ( também já está corrigido no final do post).

Este desafio encaminha-se para o fim ( não sei se até dia 31 ainda chegará mais alguma participação), mas as estórias estão cada vez mais surpreendentes.
A Maria Alice é uma recém chegada à blogosfera. Leitora atenta do CR há bastante tempo, não quis deixar de participar neste desafio. 
Como sou mauzinho fartei-me de rir com a estória de amor que ela nos conta e começa assim:

"Em 1976,  tinha eu 15 anos e estava a viver apaixonadamente o meu primeiro amor, tão platónico e inocente.  Estavam na berra, pelos cinemas do país as óperas rock:  Jesus Cristh  Superstar  e  Tommy.  E foi esta última que, um domingo à tarde, fui ver com o meu namorado... (...)"

Até aqui tudo parecia correr sobre rodas, mas se estão a imaginar cenas rocambolescas de beijinhos e apalpanços na última fila, vão ter uma surpresa se continuarem a ler. O caminho é por aqui

6 comentários:

  1. Barbosamigo

    Como disse nas outras Crónicas, hoje, venho apenas para dizer que a nossa Travessa acaba de publicar um textículo de minha autoria: Perguntas ao futuro, que me parece satisfatório… Por isso venho convidar a ir lá, para o ler e comentar. Muito obrigado.
    E por hora não faço comentário, do que peço milhões de desculpas.

    Henrique

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  2. Grata pela publicação, Carlos.
    Ser adolescente (menina) nos anos 70, não teve nada a ver com a adolescência actual. Havia muito este sentido de protecção das filhas e irmãs (pelo menos na "província"). E não, nesta altura ainda não lhes chamavam empata f..., mas sim, "paus-de cabeleira", como o Carlos tão bem lembrou. Apesar de tudo, o meu irmão, além de protector, foi sempre um grande amigo.

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  3. Uma história com piada! Hoje em dia nenhum adolescente entende como era possível! :)))

    Beijocas!

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  4. Também fui ao cinema acompanhada neste filme.Não, meu irmão que é caçula, não foi conosco.Mas como sempre gostei muito de cinema e o filme era diferente de quase tudo o que eu havia visto anteriormente, quem ficou com raiva foi o pretendente a namorado quando pedi para deixar os beijinhos para mais tarde porque eu queria prestar atenção no filme.

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