quarta-feira, 5 de novembro de 2014

É Natal!



Ao anoitecer, as ruas da  cidade anunciam-me que está a chegar o Natal. 
Nas fachadas dos centros comerciais acendem-se sinos, pinheiros e barrigudos de barbas e barrete, num convite ao desperdício, que resume a noite de Natal ao desembrulhar de prendas e o acumular de lixo.
Eu não  gosto que me anunciem o Natal. Ainda falta tempo demasiado para recordar essa data triste que me traz noites de angústia. O Natal devia resumir-se ao prazer de ver um sorriso no rosto de uma criança.

7 comentários:

  1. A cada ano que passa anunciam o Natal cada vez mais cedo!

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  2. Não gosto do Natal, sinto-me deprimida nessa altura, na noite choro imenso, também não gosto do consumismo exagerado, por vezes sem condições para o fazerem.
    O Natal deve ser todos os dias, com amor e carinho, não existe melhores prendas, mas isto sou eu e o meu mau feitio, talvez, será?

    Beijinho e uma flor

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  3. Nao deixa de ser deprimente quando nao nos deixam experienciar cada epoca na sua plenitude.

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  4. Por aqui ainda não se sente o espírito natalício.
    Estamos é em época de Grande Prémio.

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  5. ~ ~ Concordo consigo.

    ~ ~ Eu gosto do Natal como a grande festa da reunião familiar e da alegria infantil.

    ~ ~ O que eu não gosto é da falta de contenção e do respeito à simplicidade que a época merece pela sua efeméride. As prendas deveriam ser todas feitas pela mão de quem oferece, mesmo que fossem, apenas, simples cartas.
    ~ ~ Detesto o ""natal de plástico"", em que até as árvores são artificiais e o início antecipado da euforia das casas comerciais.

    ~ ~ Penso que cada um tem a obrigação, se for cristão, de fazer uma celebração à sua maneira.
    ~ ~ Os não crentes devem respeitar e não fazer do Natal, o que fazem os orientais: um carnaval em que o Pai Natal é a figura central.

    ~ ~ Boa proposta para trocar ideias. ~ ~

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    1. Nem lhe consigo descrever o que senti no primeiro Natal que passei no Oriente, Majo!

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  6. Gostava do Natal da minha infância.
    Hoje, se pudesse eliminava-o...com os meus pais doentes deixou de fazer sentido...
    ainda o festejo por causa do meu neto ( um menino com uma doença raríssima que a minha filha adoptou)...ele merece !

    No consumismo nunca alinhei.

    Beijinhos.

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