terça-feira, 21 de abril de 2015

Se eu pudesse... dava-te o mundo inteiro!

Eu também o disse ao ouvido de algumas miúdas. E quem nunca ouviu ou disse isso ao ouvido de alguém que atire a primeira pedra.
Richard Anthony foi mais um dos que nos deixou neste Abril invulgarmente mortífero.
Ficam as memórias de danças acaloradas. Ao som desta canção, mas também de "Donne moi machance", "Aranjuez mon amour" ou "J'entends siffler le train".
E nos dias de aniversário nunca faltava o " C'est ma fête".
Obrigado, Richard Anthony por me teres ajudado a ser feliz. Apesar de seres um bocado "pimba"...

6 comentários:

  1. ahhhh logo vi que era sempre conversa de treta!!! bolas...
    nunca mais vou ouvir algo assim sem me desatar a rir que nem uma perdida!!
    Obrigado Carlos, por me ensinares como funcionam os homens... ainda vou a tempo... ehehhe
    beijinhos

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  2. Outro cantor de quem não me lembra, Carlos.

    O meu "Kraut" nunca me disse isso ao ouvido, no entanto, eu deu-me o MUNDO INTEIRO.

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  3. Algumas vezes me pego encucada com algum termo diferente-'pimba' aqui seria uma forma de reproduzir uma finalização ,um gol!! algo inesperado_ mas aí na sua frase nao saquei ... rs
    abraços Carlos, boa semana

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  4. Pimba ou não, dancei-as tantas vezes...
    Foram momentos inesquecíveis...

    Ce monde...a minha preferida!

    Beijinhos.

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  5. Não me lembrava nada desta canção, Carlos! Aliás, este cantor não era bem a "minha praia", mas é mto gira.
    Ah, seus marotos, e nós a acreditar, piamente, no k vocês diziam! Estas frases e outras, ficaram nas nossas memórias, e eu lembro-me, perfeitamente, de uma, ia eu acompanhada por um padre, amigo da família, e passou um miúdo e disse-me baixinho e entre dentes: "ainda o meu pai queria k eu fosse padre".

    Agora, não sabem dizer "coisas" destas. Não entendo, ou melhor, até entendo, como gere este pessoal os afetos, as abordagens.

    Qto ao final, ao close do meu poema, pois, tb, para mim, foi inesperado, mas não sei que "muso" passou pela minha cabeça, k me inspirou, escrevendo aquele verso, k é, em minha opinião, a chave, a glória, o orgasmo do próprio poema.

    Abraço.

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  6. Pimba ou não, foi um clássico naqueles tempos...

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