quarta-feira, 27 de maio de 2015

E agora?


Atendendo às manifestações de agrado dos leitores em relação à nova rubrica " Si Je chante" do On the rocks - e tendo em consideração o elevado número de canções que me têm vindo à memória-  decidi que esta rubrica passará a ser bi semanal. Aos domingos, como já vinha sendo habitual e, preferencialmente, também às quartas- feiras. 
Espero que continuem a apreciar.

7 comentários:

  1. Pode parecer tétrico, mas esta é canção que será tocada , quando for cremada.

    Adooooooooooooooooooooooooooooro!

    Beijinhos.

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  2. O Gilbert Bécaud era/é um excelente intérprete da canção francesa, aliás riquíssima em intérpretes e músicos de primeira água !

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  3. A canção francesa será, sempre, a canção francesa. Coloco, tb, no meu blogue, mta música deste país, pke gosto imenso da pronúncia, das letras e dos cantores.
    Intemporalidade é a palavra k encontro para a definir.
    Conheço bem a canção, embora Bécaud não fosse dos k mais gostava, reconhecendo-lhe, todavia, um vozeirão e mto talento.

    Parabéns, Carlos pela sua iniciativa!

    Abraços.

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  4. Pois bem, o Gilbert Bécaud ainda sei quem é, e esta canção também a conheço.

    A canção francesa que representou a França em Viena não era má de todo, mas as minhas canções preferidas foram desde logo a sueca e a belga.

    Os gostos também dependem da idade:
    A canção da Georgia era a favorita da Ema.
    A canção austríaca da sua jovem mamã.
    Uma das minhas amigas gostou da canção húngara.

    Ontem à noite estive a recordar com a minha amiga Beatriz os bailes na garagem e ela confirmou que eu nunca estive interessada nem em dançar, nem nos moços irmãos das nossas colegas, nem nos amigos deles... mas ela também não.

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