quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Nada de prestações

"A morte é o tributo que temos de pagar  pela oportunidade que nos foi dada de vivermos. Aceito as regras, mas não quero pagar esse tributo em prestações."
Não me recordo quem teve este pensamento, que cito de cor, mas desde sempre concordei com ele.
Chegou a hora de reafirmar que, nunca tendo recorrido a créditos bancários, nem comprado nada a prestações, me sinto com o direito de reclamar que o último tributo que me for reclamado, seja pago numa prestação única.
Obrigado.

9 comentários:

  1. Que tétrico!

    Estás" vivinho da Silva" e continuarás assim!!

    Beijinhos.

    ResponderEliminar
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. E a vida não é, por si só, um lento tributo de prestações diárias, pelo simples facto de termos vindo ao mundo?
      Pense nisso e deixe-se de pensamentos filosóficos!!
      Aprenda a dar valor a cada minuto dessa dádiva que recebe)mos, dia após dia!

      Janita

      Eliminar
  3. Também gostaria de pagar numa prestação única.
    um beijinho
    Gábi

    ResponderEliminar
  4. Também gostaria de pagar numa prestação única.
    um beijinho
    Gábi

    ResponderEliminar
  5. ~~~Também lhe desejo essa única prestação final,

    ~~~~~ p o r é m, que chegue muito, muito tarde...

    Por enquanto, há que arribar neste generoso S Martinho...

    ~~~ Dias bem humorados e animados. Abraço amigo.~~~

    ResponderEliminar
  6. E quem não gostaria que assim fosse?! Porém, quanto mais tarde, melhor!...Assim seja!!

    Beijinhos em várias prestações...

    ResponderEliminar
  7. Sem sofrimento.
    Para nós e para terceiros.
    É sempre isso que digo, Carlos.
    Aquele abraço, boa semana

    ResponderEliminar